As lives no mercado brasileiro

O Brasil é um dos países com elevado percentual de população conectada no mundo. Temos dois dispositivos digitais/habitante, somados smartphones, notebooks, tabletes e computadores. São mais de 420 milhões de aparelhos digitais ativos e logo deveremos alcançar a marca de 230 milhões de celulares – quase 20 milhões a mais que o número de habitantes, com previsão de estabilizar em 240 milhões de aparelhos. Tudo isso sem contar o crescimento exponencial de acesso à internet via smart TVs registrado nos últimos anos.

O brasileiro costuma consumir, em média, cerca de 20 horas semanais de vídeos on-line, considerado um nível altíssimo em qualquer estatística do setor. Ou seja, temos um terreno fértil e cada vez mais interessante para as lives.

Neste momento de travessia para o cenário pós-crise, as lives são canais fundamentais para promover troca de informações, distribuir conteúdos, divulgar inovações, facilitar networking, arrecadar doações para ajuda humanitária e fidelizar consumidores. Valendo-se da facilidade do acesso on-line, alcançam muito mais gente além da clientela tradicional, permitindo conquistar novos seguidores e ampliar mercados com precisão e agilidade.